DICAS | O que é Revisão e Copidesque: você sabe qual é a diferença?

Quando o escritor iniciante começa, ele tem a tendência a se soltar e sair escrevendo, escrevendo e escrevendo… alguns aspectos técnicos como o que é revisão e copidesque, por exemplo, comumente são poucos conhecidos embora sejam imprescindíveis.

Como exercício de criatividade, a escrita livre é excelente, visto que não há amarras e nem mesmo regras (algumas vezes, tampouco um objetivo claro) e a pessoa coloca tudo o que lhe vem à mente no papel. Porém, após esse processo, é necessário que o autor revisite seu texto para revisá-lo. Nesse sentido, queremos dizer que o autor vai reler o texto e corrigir qualquer imperfeição que encontre.

De modo geral, em sentido mais amplo, revisar um texto é uma tarefa especializada que consiste em verificar a existência de erros de ortografia, sintaxe, formatação, padronização, etc. No entanto, no âmbito editorial, há uma atividade que se distingue por averiguar não somente o domínio da gramática, mas a coesão e a coerência textuais, bem como a possibilidade de reescritura de trechos. A isso damos o nome de copidesque.

Vamos conhecer um pouco mais aprofundando sobre essas duas funções importantes para o mundo da literatura e indispensáveis para o mercado editorial.

Copidesque

Frequentemente, entre leigos, a distinção entre a atividade do revisor e a do copidesque é ignorada, pois ambas são realizadas pelo mesmo tipo de profissional  e tem o objetivo de melhorar o texto, porém com formas e critérios distintos. Vamos começar a entender o que é a função de um copidesque, pois, muitas vezes, o texto passa primeiro por suas mãos, para só depois chegar ao revisor.

“A atividade de copidesque é mais complexa que a de revisão. […] Se um texto é mal redigido, com repetições injustificáveis, mal paragrafado, contendo ideias desconexas, primando pela falta de coesão e coerência textual etc., ele deve ser copidescado. No processo de copidesque, o profissional propõe, reescreve, revisita o original, com a finalidade precípua de ‘relavrar’ o texto. Há textos ricos em conteúdo, mas que não resistem a uma análise acurada. É nessa hora que o revisor (ou o copidesque) tem de exibir o seu conhecimento de leitura, de cultura geral, e sua habilidade na produção de texto, conferindo clareza ao trabalho.” [NETO, Aristides Coelho. Além da Revisão: critérios para revisão textual. Brasília: Editora Senac-DF, 2008]

Ou seja, o copidesque inicia a primeira grande limpeza  do texto. Ele vai “melhorar”, aperfeiçoar o texto. É desejável que, o copidesque tenha ampla bagagem cultural e linguística, além de ser um bom redator, já que frequentemente deve sugerir reescrituras de trechos. Ele vai identificar o estilo do autor e mantê-lo; todavia, poderá também, digamos, “tirar a gordura” do texto sempre que necessário ou dependendo do tipo de texto.

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O valor de um copidesque para texto literário gira em torno de R$ 15 a lauda (2100 caracteres) | Imagem: pixabay

Em suma, o copidesque pode alterar – eventualmente, quando convier – palavras, frases ou mesmo a ordem de alguns parágrafos. Tudo isso para deixar o texto mais legível, fluente, coeso e coerente, sem comprometer a essência do texto do autor. Além disso, deve providenciar a chamada padronização, isto é, estabelecer determinados usos e formatos de maiúsculas e minúsculas, numerais, travessões, negrito, itálico, abreviaturas, siglas, grafias específicas, formatações diversas etc. e – se já estão estabelecidos – garantir que eles sejam sempre os mesmos em todo o texto.

No âmbito das editoras, o copidesque também pode ser chamado de “preparador de originais”. De qualquer forma, o trabalho de copidesque/preparação é realizado no texto ainda em arquivo Word (ou em papéis, procedimento mais antigo, mas até hoje adotado), antes de sua diagramação pelo designer. Só após essa conversão é que o texto é submetido ao trabalho de revisão de prova, frequentemente chamada apenas de revisão.

Revisão

A revisão é feita por um profissional que geralmente tem a mesma formação daquele que realiza o copidesque (muitas vezes, quem faz revisão também pode desempenhar a função de copidesque e vice-versa). No entanto, tal trabalho não apresenta a mesma profundidade, o mesmo nível de intervenção daquilo que é feito numa preparação. Embora possa consertar algo realmente problemático ou grave que porventura tenha passado durante o copidesque, o principal objetivo do revisor é aparar as arestas deixadas na primeira correção (erros ortográficos e sintáticos, de pontuação, de padronização, de formatação) e as surgidas com a diagramação (erros de hifenização, translineação, hierarquia entre títulos e subtítulos, recuos).

“Nesse sentido, quando nos colocamos no lugar de interlocutores (fazendo referência às nossas próprias produções) sempre percebemos algo que poderia ser melhorado. Uma vírgula aqui, outra ali, aquele pronome que porventura causou uma ambiguidade desnecessária ao discurso, sem falar naquela palavra que poderia ser substituída por uma outra, pois a combinação de sons entre outras já ditas não está cumprindo o efeito desejado… Enfim, muitas são as falhas que podemos corrigir mediante a revisão daquilo que produzimos”. (DUARTE, Vânia Maria do Nascimento. “Revisão de texto”, Brasil Escola.)

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a média de valores de revisão ortográfica para texto literário é de R$ 8 por lauda (2100 caracteres). | Imagem: pixabay.

Porém como se trata de língua e isso tem relação com significados, é comum que o revisor faça algumas pequenas interferências no texto, quando necessário. Claro, sempre buscando uma melhor compreensão. Por conta disso, muitos são os equívocos com relação aos limites do revisor e do copidesque.

Em geral, mesmo que o revisor perceba um problemas de raciocínio no texto (por exemplo vamos dizer assim, um desenvolvimento de ideia que está escrito corretamente, mas está colocado de forma “confusa”), ele não vai interferir caso não exista erro gramatical, embora possa fazer notas ao editor ou ao autor, indicando possíveis problemas, lacunas e pendências naquela passagem.

Ou seja, caso o autor não seja um escritor experiente, é melhor solicitar, não apenas um serviço de revisão, mas também de copidesque.

E um bônus: o ghost-writer

E aqui temos um dos mais famosos profissionais do mercado editorial, mas que obviamente não tem seus nomes divulgados ao público, sendo conhecidos apenas entre editores e “escritores”. Por que uso as aspas? Vou explicar: um autor que faz uso do ghost-writer não escreveu o texto a ele atribuído, muito embora tenha proposto a redação desse texto. Quero dizer com isso que o dono da ideia tem o mérito pela concepção, mas não pela habilidade de escrita, ou seja, pela competência de transformar suas próprias ideias em um texto coeso, a fim de passa-las ao público.

“Designa o escritor que emprega a sua pena a fim de redigir obra publicada sob nome alheio. Vincula-se, geralmente, a atividade jornalística, política, artística, atlética, etc. em que não raro a pessoa interessada, carente de recursos próprios para exprimir de forma inteligível e correta os seus pensamentos, contrata os serviços de um escriba profissional ou dum escritor momentaneamente necessitado de ampliar o seu orçamento ou seduzido pela oferta.  Embora possa ocorrer na elaboração de livros, é mais frequente em artigos de jornal e revistas ou em discursos formais.” (Dicionário de termos literários, – Massaud Moisés)

Diferentemente do copidesque, que vai apenas aperfeiçoar e adequar o texto do escritor, o ghost-writer escreve-o inteiramente. Porém, não é o dono intelectual daquela ideia.

Quer um exemplo de trabalhos para os quais são contratados esses profissionais? Bem, se você pesquisar, verá que muitos dos livros de autobiografia (como de celebridades que não são ligadas ao mundo literário, como cantores, apresentadores, etc.) são feitos dessa forma. O dono da biografia conta sua história, e alguém a organiza em forma de texto.

***

Você, autor e escritor independente, já conhecia essas profissões ou tinha ouvido falar? Espero que tenha sido útil.

É preciso salientar que este post visa informar as diferenças entre funções da forma mais prática e simplificada possível; porém, como sabemos, no mundo real às vezes as coisas se misturam (rsrs). O que significa que as fronteiras entre o que é função de um revisor e a de um copidesque podem se tornar indefinidas. Isso se deve à diferença de critérios, experiências e conhecimento linguístico e cultural, bem como as linhas e abordagens (gramaticais e editoriais) que cada um costuma seguir. Não há nada que defina rigorosamente, “a ferro e fogo”, o que é função exclusivíssima de cada um. Por isso, ao procurar um profissional para realizar preparação/copidesque ou revisão, converse direitinho com ele sobre o que você precisa e o que ele pode oferecer, de modo a chegar ao resultado desejado.

Nesse sentido, esperamos que essa básica noção do que é um copidesque e do que é revisão o ajude a entender o tipo de trabalho que você precisa ou busca. É um investimento que é imprescindível ao autor, mas sabemos que não é exatamente barato, por isso o Clube de Livros oferece o serviço de revisão ortográfica para autores independentes por um preço realmente acessível (iniciando em R$ 3 a lauda), Caso você esteja procurando, fale com a gente e peça um orçamento.


NOTA DE RODAPÉ PARA FINS DE CLAREZA AO LEITOR

* O termo “copidesque” designa tanto a atividade como o profissional que a realiza.

* No âmbito do mercado editorial, certas vezes, o profissional responsável pelo copidesque de um livro pode ser também designado para realizar a sua revisão (que nas editoras é tratada mais específica e apropriadamente como “revisão de prova”), o que não seria o procedimento ideal, já que um outro e diferente olhar apresenta maiores possibilidades/chances de detectar aquilo que a segunda leitura da mesma pessoa – uma revisitante daquele texto – talvez deixe de perceber. [Davi]

* No meio editorial, é um pecado ignorar a fase de preparação de original / copidesque, pois, por melhor, mais experiente e dotado do domínio da escrita que seja um escritor, ele pode e vai cometer erros de qualquer espécie. E, dependendo do tipo de erro cometido, é mais trabalhoso corrigi-lo durante a revisão de prova, já que o texto, nessa fase da editoração, já está diagramado. (e toda alteração realizada a partir desse momento redunda em retrabalho para o designer diagramador). Nesse caso, o revisor de prova terá que praticamente copidescar, fazer aquilo que um preparador/copidesque deveria ter feito antes da diagramação, o que acaba sendo inconveniente e custoso para todos os envolvidos no processo. [Davi]


*este texto foi devidamente copidescado e revisado por Davi Miranda (além de contar com alguns – vários – pontos de consultoria…, Obrigada, Davi!)

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Sobre o autor

Lua Bueno Cyriaco
Administradora do Clube de Livros, Produtora e organizadora do Concurso Literário Autoramente! Ilustradora e quadrinista - Formada em Artes Visuais (FADM-UNOPAR), graduanda em letras Japonês (UFPR) Assina os cadernos e marcadores da própria marca Lunares.
Uma brasiliense no frio de Curitiba.

Lua Bueno Cyriaco

Administradora do Clube de Livros, Produtora e organizadora do Concurso Literário Autoramente! Ilustradora e quadrinista - Formada em Artes Visuais (FADM-UNOPAR), graduanda em letras Japonês (UFPR) Assina os cadernos e marcadores da própria marca Lunares. Uma brasiliense no frio de Curitiba.

14 comentários em “DICAS | O que é Revisão e Copidesque: você sabe qual é a diferença?

    • 23 de junho de 2017 em 13:10
      Permalink

      Você poderia indicar onde estão, por gentileza? (muito embora não seja esse o intuito do post, já que mencionou, vamos averiguar)

      Resposta
      • 23 de junho de 2017 em 14:12
        Permalink

        depois da palavra porém, sempre se coloca uma vírgula
        logo depois, procure por “uma notas”,
        mas cá entre nós, qual o sentido de diagramar antes de ter um texto revisado, se vai ser necessário o retrabalho ?
        será que eu tenho chance de me candidatar a copidesk ? já fui revisor, décadas atrás….

        Resposta
        • 25 de junho de 2017 em 15:20
          Permalink

          Nosso colega e colaborador deste post, Davi Miranda o responde:

          1) “Depois da palavra porém, sempre se coloca uma vírgula.”

          Não. Nem sempre. Em seu ‘Dicionário de Questões Vernáculas’ (p. 428), Napoleão Mendes de Almeida prescreve:

          “Porém, contudo e outras conjunções pospositivas podem dispensar as vírgulas quando outras já houver na oração ou quando a própria sequência de ideias for tal que as dispense; pontuação não é acentuação; os acentos fazem parte da palavra, não porém os sinais de pontuação. A vírgula é regulada pela sintaxe, pela lógica, pelo bom senso. […] ‘ideias porém sólidas’ – ‘desempenham todavia funções’ […].”

          O mesmo entendimento (além de exemplos de porém sem vírgula) pode ser encontrado em outras obras de referência, como o Manual de Redação Profissional, de José Maria da Costa, e o Manual da Boa Escrita, de Maria. T. Q. Piacentini. Sem contar com os exemplos dos próprios textos dos (ou citações feitas pelos) principais gramáticos brasileiros:

          “Trata-se de um português com base na variedade europeia, PORÉM mais ou menos modificado […]”

          “[…] conservando cada um a sua própria acentuação, PORÉM formando o conjunto perfeita […]”

          “PORÉM de que serve a piedade sem a caridade?
          ou antes, pode aquela existir sem esta?”
          (Almeida Garrett, O, I, 721.)

          “Lerás PORÉM algum dia
          Meus versos, d’alma arrancados,
          D’amargo pranto banhados…”
          (Gonçalves Dias, PCPE, 273.)

          “PORÉM poesia não sai mais de mim senão de longe em longe.”
          (M. de Andrade, CMB, 214.)

          “A sua morte PORÉM era caprichosa, queria comer a presa devagar […].”
          (J. Lins do Rego, U, 300.)

          “A igreja também era velha, PORÉM não tinha o mesmo prestígio.”
          (C. Drummond de Andrade, CA, 200.)

          “Ele não exigira dos filhos devoção à lavoura,
          PORÉM nenhum deixara de seguir a fatalidade pela terra.”

          (Nélida Piñón , SA, 102-103.)

          (‘Nova Gramática do Português Contemporâneo’, Celso Cunha & Lidley Cintra)

          =============================

          “É claro que se trata de disciplinas interdependentes, porém de finalidades distintas.”

          “Temos, aí, portanto, em cada caso, dois sons da fala — porém um só fonema.”

          “[…] ambas oclusivas e velares, porém fonemas distintos […]”

          “Porém o /b/ e o /m/ reúnem não apenas dois, mas três traços comuns.”

          (‘Gramática Normativa da Língua Portuguesa’, Rocha Lima)

          ================================

          “As formas empregadas adjetivamente do tipo afro-, anglo-, euro-, franco-, indo-, luso-, sino- e assemelhadas continuarão a ser grafadas sem hífen em empregos em que só há uma etnia […]. PORÉM escreve-se com hífen quando houver mais de uma etnia.”

          “Menos usual, PORÉM correta, é a união dos dois possessivos”

          “Um homem pode saber mais do que muitos, PORÉM nunca tanto como todos” [MM].”

          “verbo irá para o plural mais frequentemente, PORÉM pode ocorrer o singular”

          “[…] a origem das ideias dominantes em um período literário. PORÉM realizou-se isso por interesse histórico […]”

          (‘Moderna Gramática Portuguesa’, Evanildo Bechara)

          =================================

          No entanto, no caso citado, usa-se a vírgula após o porém não por que tal conjunção, por si só, exija isso, mas em virtude de quebra da ordem direta do período, envolvendo trecho deslocado (“como se trata de língua e isso tem relação com significados”), que termina com uma vírgula e deveria ser acompanhada de outra para iniciar a intercalação. Portanto, você tem razão quanto à correção, mas não quanto à justificativa gramatical 🙂

          2) De fato, a palavra “uma” estava sobrando e deveria ter sido retirada. O revisor inclusive marcou isso na preparação, mas acidentalmente deixei de aprovar a alteração.

          3) “Qual o sentido de diagramar antes de ter um texto revisado, se vai ser necessário o retrabalho?”

          São várias as razões. Há erros, por exemplo, que surgem somente após a diagramação. Releia o trecho deste artigo:

          “Embora possa consertar algo realmente problemático ou grave que porventura tenha passado durante o copidesque, o principal objetivo do revisor é aparar as arestas deixadas na primeira correção (erros ortográficos e sintáticos, de pontuação, de padronização, de formatação) e as SURGIDAS COM A DIAGRAMAÇÃO (erros de hifenização, translineação, hierarquia entre títulos e subtítulos, recuos).”

          O “retrabalho” não é “necessário”; é possível consequência do que foi até então editado. Ele surge se o preparador/copidesque contratado não for competente, se tiver deixado de aplicar critérios solicitados pelo editor ou mesmo se surgirem alterações do editor ou do autor durante o processo de editoração, além de outros possíveis imprevistos.

          Atente para o fato que a principal “revisão” de um texto está em sua preparação. Espera-se que ela resolva a maior parte dos problemas, das lacunas e das pendências do texto. É o ideal. A preparação/copidesque é o faxinão na casa; já a revisão de prova, após a diagramação, é tão somente uma limpeza para conferir o toque final da arrumação da casa.

          4) “Será que eu tenho chance de me candidatar a copidesk ? já fui revisor, décadas atrás…”

          Tem sim. Se já teve essa experiência, melhor ainda. Se estiver à procura de capacitação, uma dica seria procurar por cursos de preparação e revisão, como os promovidos pela Universidade do Livro (SP), que não exigem nenhuma formação específica sua como pré-requisito para sua realização:

          http://editoraunesp.com.br/unil/preparacao-e-revisao-o-trabalho-com-o-texto-20062017

          Há também cursos de pós-graduação (a distância) em revisão , como o da PUC-MG:

          http://www.pucminas.br/Pos-Graduacao/IEC/Cursos/Paginas/Revisao-de-Textos-Pra%C3%A7a%20da%20Liberdade_5.aspx?moda=5&polo=7&curso=217&situ=1

          Em Brasília (DF), o UniCEUB oferece pós-graduação (presencial) em revisão de texto:

          https://www.uniceub.br/cursos/mais/pos-graduacao/revisao-de-texto/sobre-o-curso.aspx

          Para encontrar oportunidades, uma sugestão é participar de fóruns, grupos e listas de discussão de revisores (redes sociais, GoogleGroups, Linkedin etc.), nos quais são anunciadas solicitações de serviços de freelance e onde você pode criar um “network”, estabelecendo contato com profissionais da área e, aos poucos, quem sabe, obtendo indicações para envio de currículos a editoras, órgãos, empresas e instituições diversas à procura de revisores.

          Espero ter respondido aos seus questionamentos e esclarecido duas dúvidas!
          Davi Miranda

          Resposta
    • 23 de junho de 2017 em 13:11
      Permalink

      Ficamos felizes Martinha! nosso intuito é realmente informar e auxiliar o autor que está trilhando seu caminho sozinho e por vezes desconhece um ou outro detalhe por não estar já inserido no mercado.

      Resposta
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  • 6 de janeiro de 2018 em 00:49
    Permalink

    Bastante esclarecedor. Útil acima de tudo.

    Resposta

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