RESENHA | A desconstrução de Mara Dyer

A desconstrução de Mara Dyer
Autora: Michelle Hodkin
Páginas: 378
Editora: Galera Record
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(imagem retirada da internet)
A desconstrução de Mara Dyer é o primeiro livro da trilogia da autora: Michelle Rodkin – a qual começou sua entrada literária com chave de mestre. – O drama se inicia com uma carta de Mara aos leitores, onde a estrela da história nos conta que na verdade o seu nome não é Mara Dyer, mas o seu advogado disse que ela deveria escolher ‘‘alguma coisa”.
Depois da noite do aniversário de Rachel, sua melhor amiga, a protagonista perde a memória dos seis meses antecedentes em um desabamento, do hospício de sua cidade (um local abandonado e perigosíssimo) deixando assim um enorme e significante vazio em sua mente.  Acontece que na íntima festinha, Rachel e sua nova amiga Claire forçam Mara a brincar com uma tábua de Ouija, e depois de muita relutância é feito a primeira pergunta “ Como vou morrer?” Rachel desafia a tábua, e,  “M-A-R-A” é tudo o que ela responde. Incrivelmente Rachel, Claire e Jude (namorado de Mara) são as vítimas do desabamento, e Mara Dyer fora a única que permaneceu viva.
Todo o enredo do livro se passa em Rhod Island, Califórnia, onde Mara e sua família tentam recomeçar, mas o estresse pós traumático da garota a está levando a ter alucinações e confundindo a realidade com o ilusório. Mesmo que o livro seja levado para o lado fora da realidade, podermos participar ativamente da vida escolar de Mara, e sua amizade com Jamie e sua inimizade com Ana, além da sua quedinha pelo atraente Noah Shaw.
Embarcando no obscuro temos o pré-clímax quando Mara conhece Noah Shaw, e descobrem que ambos têm muito mais em comum do que imaginam.
Enquanto Mara tem capacidade de destruir, Noah e como uma super cola que pode consertar os estragos da amada.
Apesar das partes onde somos obrigados a entrar na loucura da personagem principal o livro é de fácil compreensão, a narrativa é empolgante e durante todas as páginas é quase impossível largar o livro antes do seu fim. Buscamos junto com a protagonista entender os fatos da noite do desabamento, e somos forçados a acreditar que Jude ainda está vivo e confundindo a mente de Mara.
Um ponto semi-negativo do livro é a construção do romance MADNESS (aliás, esse é o nome do shipp entre Mara e Noah) avaliando-o encontro semelhanças com crepúsculo, apesar de não haver triângulo amoroso, Mara acredita fielmente que não é boa o bastante para Noah e isso acaba deixando o relacionamento enjoativo.
Se pudesse dar uma nota ao livro de zero a dez, com toda certeza seria 10!
Texto produzido por: Alua.
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