ENTREVISTA | Pedro Castellan, autor de Confissões de um assassino em série

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Olá, leitores! Hoje a entrevista é com o autor de “Confissões de um Assassino em Série”, Pedro Castellan.
Pedro tem 18 anos e mora no Rio Grande do Norte; seus livros favoritos são As Vantagens de ser Invisível e a saga Harry Potter. Como hobbie, gosta de jogar Pokémon no Game Boy, ler, ‘photoshopear’ coisas e escrever. Gosta de todos os sabores de pizza, exceto as doces. Fiquem com as perguntas:
Clube de Livros: É visto logo no primeiro capítulo que o narrador sofria bullying na escola, o que é a realidade de diversas crianças no mundo. No que você se inspirou para criar este plano de fundo? Foi tudo produto da sua imaginação ou tem alguma base em acontecimentos reais?
Pedro: Bom, como você disse o bullying é uma realidade para muitas crianças no mundo inteiro. Mas um tema que é pouco abordado e quem sofre muitas vezes prefere omitir. Já vi muitos casos ao meu redor de vários tipos de bullying e isso me deu a inspiração para criar a história.
CL: E quanto à personalidade das vítimas? Tem alguma referência real, ou é tudo inventado?
P: Algumas não. Outras sim, pessoas de quem não gosto – estou rindo – e que talvez merecessem isto.
CL: O assassino não tem seu nome citado, nos capítulos (embora George o tenha chamado de Jes), nem seus pais; qual a razão desse mistério?
P: A princípio o nome seria oculto por um motivo em especial (o qual não posso revelar), mas achei que como todos o conheciam seria ideal revelar seu nome ao leitor. Já os pais foram por um acaso de ficar tão empolgado com a história e não batiza-los.
CL: Em sua opinião como criador, o assassino está correto em seus atos?
P: Não! De jeito nenhum. Por mais que o individuo sofra matar nunca é uma solução. Apesar de tudo o que ele passou em seu período na escola os seus atos não justificam nada.
CL:  Então, o que você tenta passar aos leitores por meio de sua história?
P: O real motivo que me levou a escrever esta história foi para mostrar como uma pessoa se sente ao sofrer bullying. E as estatísticas são sempre de que a pessoa comete suicídio. Mesmo sendo ficção o conteúdo poderia ser uma realidade. E talvez, isso mostra que o ser humano pode fazer loucuras quando perturbam seu estado mental.
CL: Pretende publicar um livro físico com essa história, no futuro?
P: Tenho esse plano. Não sei se pode dar certo mas eu vou tentar daqui um tempo.
CL: Tem algum recado para quem acompanha o blog?
P: Tenho sim! Se você ainda não leu “Confissões de um assassino em série” eu peço que leia. Dê uma chance pra morte. E a você que já acompanha, mesmo que sendo leitor fantasma, eu agradeço do fundo de meu coração por ocuparem seu tempo livre lendo minha obra. Obrigado!
Texto produzido por: Eric Daniel.
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