RESENHA | Paixão e crime, de João Paulo Balbino

Quem nunca teve ou conheceu alguém que tinha algum tipo de coleção? Quem sabe ainda a tenha! Moedas, discos de vinil, selos, bonecas, fotografias antigas e até mesmo aquele lindo jogo de porcelana mantido impecável na estante da sua tia-avó: qualquer objeto possui grande potencial para se tornar colecionável e, para quem o coleciona, não se trata de entulho, mas sim de algo especial.
No entanto, o que pensar quando esse hobby bastante comum revela-se… macabro?

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